CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





sábado, 27 de setembro de 2014

O que disse John Locke

John Locke disse o seguinte antes de o cinismo dominar o mundo:


“Como nada é mais natural do que ligar estima e reputação aquilo que cada um reconhece ser-lhe vantajoso e de censurar e desacreditar o contrário, não nos devemos surpreender que a estima e a desonra, a virtude e o vício, se encontrem por toda parte conformes, ordinariamente, à regra invariável do justo e do injusto, que foi estabelecida pela lei de Deus, nada neste mundo atraindo e garantindo tanto o bem comum do gênero humano, de modo tão direto e visível, como a obediência às leis que Deus impôs ao homem e nada, ao contrário, causando tanta miséria e confusão, como a negligência dessas leis” (John Locke, século XVII).
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