domingo, 21 de julho de 2019

O LADO MACABRO DO MOVIMENTO LGBT






Há pessoas que acham que o movimento LGBT luta apenas por direitos de não serem maltratados os seus representados. A verdade, porém, é outra. É muito séria. Para ter uma ideia, segue um trecho do artigo escrito por Michael Swift, que trabalhou para uma publicação chamada “Gay Community News”. Ele foi lido durante um debate no Congresso dos EUA pelo congressista William Dannemeyer  e foi incluído no Registro do Congresso:

“Vamos sodomizar seus filhos, emblemas de sua frágil masculinidade, de seus sonhos superficiais e mentiras vulgares. Vamos seduzi-los nas escolas, nos dormitórios, nos ginásios, nos vestiários, nas quadras de esporte, nos seminários, nos grupos de juventude, nos banheiros dos cinemas, nas casas do Congresso, onde quer que homens fiquem juntos com homens. Seus filhos se tornarão nossos subordinados e cumprirão nossas ordens. Serão refeitos à nossa imagem. Vão ansiar por nós e adorar-nos.
Todas as leis proibindo a atividade homossexual serão revogadas. Em vez disso, serão expedidas leis que produzam o amor entre os homens. Todos os homossexuais devem unir-se como irmãos; devemos nos unir artística, filosófica, social, política e financeiramente. Só triunfaremos quando apresentarmos uma face comum para o odioso inimigo heterossexual.
A unidade familiar – campo crescente de mentiras, traições, mediocridade, hipocrisia e violência – será abolida. A unidade familiar, que só refreia a imaginação e reprime o livre-arbítrio, deve ser eliminada. Meninos perfeitos serão concebidos e criados no laboratório genético. Vão unir-se num ambiente comunitário, sob o controle e instrução de cientistas homossexuais.
Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses são jovens bonitos. Aderimos a um culto de beleza, moral e estética. Tudo que é feio, vulgar e banal será aniquilado. Desde que estamos afastados das convenções heterossexuais da classe média, temos liberdade para viver de acordo com os ditames da pura imaginação. Para nós demais não é suficiente.
Seremos vitoriosos porque estamos cheios de amargura feroz dos oprimidos, forçados a desempenhar partes aparentemente diminutas em seus tolos espetáculos heterossexuais por meio das idades. Nós também somos capazes de disparar armas e guarnecer as trincheiras da revolução final.
Trema, porco hetero, quando aparecermos diante de você sem máscaras”