CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





terça-feira, 17 de julho de 2018

MASCULINIZAÇÃO DE MULHERES E FEMINIZAÇÃO DO HOMEM

A DEMOCRACIA E A VIRTUDE

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Montesquieu fala sobre a importância da virtude para a democracia:

"... Num estado popular é necessária uma mola a mais, a saber, a VIRTUDE [...] Quando a virtude é banida, a ambição invade as mentes daqueles que estão dispostos a acolhê-la, e a avareza toma conta de toda de toda a comunidade. Os objetos de seus desejos mudam; aquilo pelo que tinham apreço antes passa a ser indiferente; eram livres enquanto estavam sob a restrição das leis, mas agora ficariam felizes em ser livres para agir contra a lei; e, como cada cidadão é como um escravo que fugiu de seu dono, o que era uma máxima de equidade, ele chama de rigor; o que era uma regra de ação, chama de constrangimento; e à precaução dá o nome de medo. A frugalidade, e a não a sede de ganho, passa a ser avareza... Os membros do Estado malbaratam o espólio público e sua força consiste unicamente no poder de poucos e na licenciosidade de muitos." (O ESPÍRITO DAS LEIS, Livro III, Cap. III).

Por Leis que estejam de acordo com a natureza das coisas




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Nesses dias, em que as leis são feitas para atender as pautas mais exóticas e caprichosas, precisamos ouvir a lição do Barão de Montesquieu:

"As leis, em seu significado mais geral, são as relações necessárias que se originam da natureza das coisas... Antes de as leis serem feitas, havia relações de justiça possíveis. Dizer que não existe nada justo ou injusto, a não ser o que é ordenado ou proibido pelas leis positivas, é o mesmo que dizer que antes da descrição de um círculo nem todos os raios eram iguais." (O ESPÍRITO DAS LEIS, Livro I, Cap. I)


sábado, 30 de junho de 2018

NEM TODOS OS PURITANOS ERAM CALVINISTAS

“E se essa doutrina, que ensina que Deus pretende apenas a salvação de uns poucos, mas a condenação de muitos, e, todavia, ordena a todos que creiam que possam ser salvos, não faz o glorioso evangelho de Deus como uma dessas loterias, deixo a todos os homens compreensivos e sem preconceito considerar.”
(John Goodwin, 1593-1665)

John Goodwin Educado na Universidade de Cambridge, ele foi criado na doutrina da predestinação absoluta calvinista, uma concepção fortemente defendida em seus dias. Na década de 1640, ele começou a se preparar para uma série de palestras para refutar as doutrinas do arminianismo, e entrou em uma investigação completa da controvérsia e seus muitos aspectos. O resultado final foi a rejeição do calvinismo.

Richard Baxter, defendeu a expiação universal (que não significa que todos serão salvos, mas que há provisão de salvação para todos sob a condição de crerem em Cristo).  Seguem as palavras de Richard Baxter:

“Deus nos diz da maneira mais clara que se pode dizer que CRISTO MORREU POR TODOS OS HOMENS E PROVOU A MORTE POR ELES [...] Outros negarão essas verdades claras [...] Mas acaso a Escritura declara [...] essas opiniões deles tão claramente como ela diz que Cristo morreu por todos e cada homem?
“Acaso diz a Escritura tão claramente em qualquer lugar que Ele não morreu por todos [...]? Acaso diz a Escritura em qualquer lugar que Ele morreu apenas por Suas ovelhas ou Seus eleitos, e exclui os não eleitos? Não existe essa palavra na Bíblia” (RICHARD BAXTER. Universal Redemption of Mankind. Londres, 1964, p. 282-283

Dr. Glauco Barrira Magalhães Filho faz duas palestras na SEMANA CRIACIONISTA 2018 realizada no SIBIMA

Foto de SIBIMA - Seminário e Instituto Bíblico Maranata.

Foto de SIBIMA - Seminário e Instituto Bíblico Maranata.

Foto de SIBIMA - Seminário e Instituto Bíblico Maranata.