CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





sábado, 25 de novembro de 2017

O MODO DE VIDA ANABATISTA DESCRITO POR UMA TESTEMUNHA DO SÉCULO XVI







Casper Braitmichel falou o seguinte sobre o modo de vida dos anabatistas:

"Eles estavam sujeitos às autoridades e eram obedientes à toda boa obra, a todas as coisas que não são contrárias a Deus, à fé e à consciência. O que se devia ao governo em forma de impostos ou tarifas era pago (...), levando em conta que o governo é ordenado por Deus e é uma instituição tão necessária neste mundo malvado quanto o pão de cada dia (...).
      Não se escutavam maldições nem palavrões (...), não havia apostas, nem bailes, jogos de baralho, farras ou bebedices. Eles não confeccionavam para si roupas da moda, indecentes, vaidosas ou inapropriadas. (...) Não se cantavam canções vergonhosas (...), mas cânticos cristãos espirituais, e canções sobre histórias bíblicas"