CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





quinta-feira, 16 de maio de 2013

MEDITAÇÃO SOBRE OS VALORES

"Pergunto em nome de Deus por qual padrão você julga o valor das coisas? Pelo mundo visível ou pelo invisível? Ponhamos a matéria em questão em um exemplo simples: O que você julga melhor: que seu filho seja sapateiro piedoso ou um lorde profano? O que parece mais desejável para você: que sua filha seja uma filha de Deus e caminhe a pé ou que seja uma filha do Diabo e ande carruagem de seis cavalos?" (JOHN WESLEY)

Nesta sexta-feira (17 de maio de 2013), às 19: 30h, o Rev. Glauco Barreira Magalhães Filho proferirá mensagem sobre o tema "A inversão de valores" na semana da família da Igreja de Cristo do Parque Araxá (Fortaleza-Ce).


terça-feira, 14 de maio de 2013

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), "CASAMENTO" HOMOSSEXUAL E O FIM DA DEMOCRACIA

Depois de Hitler ter resolvido o problema da inflação e do desemprego na Alemanha, ganhou uma adesão entusiástica do povo alemão. Isso permitiu que ele, sentindo-se divino, tomasse medidas cada vez mais autoritárias, desrespeitando os limites do sistema democrático e parlamentar. Getúlio Vargas fez o mesmo após se tornar o campeão dos direitos trabalhistas. Valendo-se de sua popularidade, implantou o Estado Novo. Os militares em 64 foram vistos como heróis por intervirem para resolver a crise institucional por que passava o Brasil. Depois da revolução, porém, não cumpriram a promessa de redemocratizar o país.
            Agora, enfrentamos uma situação parecida. O STF (Joaquim Barbosa em particular) ganhou a fama de "justiceiro" ao condenar os implicados no mensalão, o que todos aplaudimos. No entanto, a continuidade disso é um golpe de Estado em andamento, pois o CNJ (presidido por Joaquim Barbosa), contrariamente à Constituição, determinou que os cartórios celebrassem casamento homossexual. Como, entretanto, um orgão de fiscalização pode legislar? Onde estão as noções de vontade geral, soberania parlamentar e legitimidade democrática?
           O brasileiro perdeu a familiaridade com a educação democrática, assim como a faculdade de indignar-se contra o autoritarismo. Antes, nós protestávamos contra a existência do "decreto-lei" durante o regime militar, mas, agora, temos medidas provisórias em maior quantidade. Do ponto de vista principiológico, a ousadia do STF e do CNJ representa uma ameaça mais ostensiva à democracia do que certos atos  camuflados do governo militar.
            Não adianta dizer que o STF e o CNJ estão "legislando" por causa da omissão do Congresso Nacional. A omissão do Congresso é uma manifestação de vontade, no caso, da vontade de manter a legislação vigente, que não contempla o casamento homossexual. A omissão do Congresso é o reflexo da vontade popular, que não deseja mudar o conceito de família.
             Os cartórios devem se manifestar contra tal decisão, devem recusar cumpri-la. As igrejas e os cidadãos devem protestar e resistir. Não chamo isso de "desobediência civil", pois o ato não é contra a lei e a Constituição, mas, sim, a favor da lei, da Constituição e da democracia. Chamo isso de resistência ao autoritarismo e ao golpe de Estado.
             Algumas mães querem o direito de matar os filhos no ventre, onde deveriam protegê-los, e o STF( com o CNJ) quer o direito de sacrificar a Constituição de que deveria ser guardião!
              Foi em um mês das mães (maio) que o STF equiparou a união homossexual à união estável. Novamente, em um mês das mães(maio), o CNJ determina a celebração do casamento homossexual. Talvez, o próximo passo seja acabar com o dia das mães, pois esse conceito ("mãe") logo estará ultrapassado. Essa "coincidência" é para que cada um caia em si e veja que a família (maternidade, paternidade, etc) está sendo destruída.
              Deus salve a família! 
 
 Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho
Professor de Hermenêutica Jurídica da UFC
 


NOTÍCIAS: TAXA DE DEPRESSÃO ENTRE HOMOSSEXUAIS

O vasto estudo da Associação dos Médicos Católicos Norte Americanos, intitulado "Homossexuality and Hope", revela, entre outras coisas, que "um estudo realizado com mais de 1000 crianças nascidas em Christchurch (Nova Zelândia), a partir de dados coletados ao longo de 25 anos, levou à conclusão de que aos 21 anos a taxa de depressão entre pessoas com tendência homossexual foi quase o dobro da taxa entre pessoas sem essa tendência (71,4% para 38,2%)". Afastando a tese de que isso se deveria ao preconceito ou a opressão social, os dados ainda indicam que esses números se repetem em países onde há mais tolerância e aceitação do homossexualismo.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A ORDENAÇÃO MINISTERIAL DE MULHERES E O MOVIMENTO HOMOSSEXUAL

            O feminismo foi um movimento que quis acabar com as diferenças entre os papéis do homem e da mulher, principalmente no lar. Os seus símbolos foram os usos de calças (roupa masculina) e cabelos curtos pelas mulheres.
            Em nome da libertação das mulheres de seus deveres familiares, defendeu-se a transferência da missão de educar os filhos para o Estado, a contracepção e o aborto. O lesbianismo e a possibilidade de inseminação artificial anônima também foram festejados como instrumentos para a independência da mulher.
            Nos anos 70, o feminismo se fortaleceu com a ideologia de gênero para sustentar que as diferenças genitais eram menos importantes que a identidade sexual efetivamente escolhida. Essa última poderia estar contraposta ao sexo biológico.
            Pela argumentação assumida pelo feminismo, percebe-se que era só uma questão de tempo para ele se aliar ao movimento homossexual, o que se deu na década de 80.
As igrejas evangélicas inicialmente resistiram ao feminismo, mas quando o referido movimento remodelou certos padrões culturais da sociedade, muitas igrejas não “agüentaram” a pressão e assumiram também os novos parâmetros distorcidos. Assim, mulheres que se professavam cristãs começaram a usar roupas masculinas e cabelos curtos. A resistência intelectual ao feminismo ficou incoerente. Com o passar do tempo, muitas igrejas começaram a ordenar mulheres ao ministério pastoral, piorando ainda mais as coisas.Uma igreja, ao se tornar mundana nos hábitos, não podia manter a ortodoxia no plano dos pensamentos, pois são os hábitos culturais que definem a mentalidade da sociedade, ou seja, as estruturas de plausibilidade do pensamento certo e errado.
            Vale dizer que o mundanismo cultural atingiu todo o catolicismo, as “testemunhas de Jeová”, os “mórmons”, os “adventistas do sétimo dia” e os evangélicos. Desses grupos, nenhum tem focos de resistência, exceto os evangélicos.
A Bíblia não coloca a mulher como inferior ao homem, pois ambos são a imagem de Deus. Ela, porém, define papéis distintos para cada um. No lar, o homem, embora deva ouvir a mulher, tem a palavra final quando houver um impasse. Isso preserva a família do divórcio como solução. A liderança masculina, porém, deve seguir os princípios bíblicos e deve ter por objetivo defender a dignidade dos membros da família. Até uma feminista reprovaria um pai que não assumiu a defesa da família diante de um agressor externo.
Como o Deus da redenção é o mesmo da criação, a Escritura diz que um pastor (bispo) deve ser escolhido de acordo com o sucesso de sua experiência como cabeça do lar. Em nenhum momento, é defendida a possibilidade de uma mulher ser pastora (embora a Bíblia mencione mulheres pregadoras). Imagine: Caso uma mulher fosse líder da igreja a que pertencia o marido, quem deveria ter a liderança final no lar? Algumas igrejas (que ordenam mulheres) têm dado uma solução imoral para isso, promovendo a ordenação de casais (marido e mulher) e fazendo da igreja um feudo familiar.
É curioso observar como as mulheres que pastoreiam igrejas, sem que seus cônjuges também sejam pastores, adquirem hábitos masculinos no falar e no proceder. Elas mostram com isso reconhecerem estar exercendo uma tarefa masculina.
A hermenêutica crítica utilizada pelas “feministas evangélicas” para defender a ordenação ministerial de mulheres tem agora servido à causa homossexual. Para o feminismo “evangélico”, os papéis atribuídos às mulheres na Bíblia e a ausência de mulheres pastoras no período apostólico decorreram do preconceito de seus autores, os quais eram condicionados por sua época. Nessa hora, perguntamos para onde terá ido a doutrina da inspiração verbal das Escrituras.
Os homossexuais dizem que a Bíblia condenou atos homossexuais promíscuos de heterossexuais, mas os autores não conheciam o fenômeno da homossexualidade e a “realidade” da identidade de gênero. Eles têm citado abertamente os princípios hermenêuticos adotados pelas defensoras da ordenação de mulheres a seu favor.
Para a igreja se opor de modo coerente ao casamento homossexual e a “ordenação” de sodomitas ao ministério, ela não poderá aceitar a ordenação de mulheres e a ausência de distinções no traje e na aparência entre homem e mulher. De outro modo, a igreja trará em si a semente de sua derrota.
Não adianta a resistência intelectual sem resistência cultural. A ortodoxia cairá sem ortopraxia. A fé sem obras é morta!

Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho
Doutor em Sociologia (UFC)
Doutor em Teologia (Faculdade Etnia)
Doutor em Ministério (FTML)
Professor da UFC

segunda-feira, 6 de maio de 2013

DR. GLAUCO BARREIRA MAGALHÃES FILHO FARÁ PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO "DIREITO 2013"

NO DIA 10 DE MAIO DE 2013, ÀS 17:00H, O DR. GLAUCO BARREIRA MAGALHÃES FILHO PROFERIRÁ PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO "DIREITO 2013" NO HOTEL PRAIA CENTRO (FORTALEZA-CE). O TEMA DA PALESTRA SERÁ O TEMA DO CONGRESSO:
 
"A CONSTITUIÇÃO DE 1988 E OS NOVOS PARADIGMAS DO DIREITO E DA JUSTIÇA NO BRASIL".
 
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
 

sábado, 4 de maio de 2013

AGENDA

No dia 27 de abril, o Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho fez palestra sobre a "Reforma Protestante" em retiro promovido pela Igreja Batista da Paz. Também foi eleito para participar como vogal no Diretório da Sociedade Bíblica do Brasil em Fortaleza-Ce.
Segue agora a agenda de palestras do Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho durante o mês de maio:

Dias 03 e 04 de Maio (manhã e tarde) - Aulas sobre Hermenêutica Constitucional na Escola Superior do Ministério Público (ESMP)

Dia 09 de Maio (manhã) - Palestra para jovens na Igreja Batista do caminho

Dia 17 de Maio (noite) - Palestra sobre "A inversão de Valores" - Igreja de Cristo (Parque Araxá)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

MULHER CRIADA POR HOMOSSEXUAIS PEDE AO GOVERNO QUE PROTEJA O VERDADEIRO MATRIMÔNIO


Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.
Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial desde o sítio web (em inglês)http://www.dawnstefanowicz.org/:
ASSISTA O VIDEO (EM INGLÊS)
Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.
Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno da ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.
Seu testemunho: 
Livro O Impacto da paternidade Homossexual
Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. “Estive exposta um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.
“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava fazendo ‘cruising’ buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivei com depressão, problemas de controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.
Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.
“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.
Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.
“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente seguro, sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.
As consequências: 
“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.
Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.
“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.
“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui.
Fonte: CBN.com / Site da Stefanowicz http://www.dawnstefanowicz.org/