CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





terça-feira, 2 de junho de 2015

AMOR E FELICIDADE: A INCOMPREENSÃO DE NOSSO TEMPO

“A felicidade é uma conseqüência do amor, mas nunca a sua razão e o seu motivo” (Dietrich von Hildebrand).
                Hoje, ouvimos muitas pessoas procurarem justificar relacionamentos sexuais ilícitos (fornicação, adultério e sodomia), alegando que o que importa é a felicidade. O amor, porém, não busca o outro para felicidade pessoal. O amor envolve a renúncia de si mesmo, o esquecimento da felicidade pessoal, muito embora, exatamente por isso, encontre a felicidade. Um pai que disciplina o filho por amor não faz isso sem pesar e dor, mas está pensando no que é melhor para o filho. O amor pensa em tornar o outro melhor e não no que é melhor para quem ama.
                Aqueles que reivindicam a liberdade para relacionamentos imorais em nome de seu direito de ser feliz nunca conheceram nem o amor nem a felicidade. A “felicidade” da sociedade de consumo é o consumo de prazeres (com preferência pelos inferiores). A sabedoria grega, porém, associa a felicidade à virtude, como realização ontológica do homem. A sabedoria cristã acrescenta que essa realização só pode acontecer em Deus, Àquele que nos criou e para quem fomos criados.


Dr. Glauco Barreira Magalhães Filho

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