CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE
Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.
A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.
A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).
ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012
A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.
A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).
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domingo, 26 de agosto de 2018
sábado, 25 de agosto de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
IMMANUEL KANT FALA SOBRE O VALOR E DIGNIDADE DA VIDA HUMANA DESDE A CONCEPÇÃO
“E por isso, na relação prática, é uma ideia bastante
correta e justa CONSIDERAR O ATO DE GERAÇÃO COMO UM PROCESSO PELO QUAL UMA
PESSOA É TRAZIDA AO MUNDO SEM SEU CONSENTIMENTO, e colocada nele pelo
livre-arbítrio responsável dos outros. Este Ato, por conseguinte, vincula aos
pais a obrigação de deixar os filhos – até onde estiver em seu poder – satisfeitos com a CONDIÇÃO ASSIM ADQUIRIDA.
Por isso, os Pais não podem considerar seus filhos como, de certa maneira, uma
Coisa de sua própria Criação... Como consequência, tampouco têm o Direito de
destruir os filhos como se fossem sua propriedade ou mesmo deixá-los ao acaso,
PORQUE TROUXERAM AO MUNDO UM SER QUE DE FATO SE TORNA CIDADÃO DO MUNDO, E
COLOCARAM ESSE SER NUM ESTADO NO QUAL NÃO PODEM SER TRATADOS COM INDIFERENÇA,
DE ACORDO, INCLUSIVE, COM AS CONCEPÇÕES NATURAIS DE DIREITO” (A DOUTRINA DO
DIREITO, Seção III, Título 2)
segunda-feira, 30 de julho de 2018
sábado, 28 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
A SUPOSTA HOMOSSEXUALIDADE ANIMAL
Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade“, essa frase é atribuída à Joseph Goebbels, ministro da propaganda do regime nazista e reflete exatamente a lavagem cerebral que a mídia faz no povo. Uma das grandes fraudes de hoje é a suposta homossexualidade no mundo animal, e que portanto os seres humanos também são assim.
Iremos responder a isso em 4 tópicos simples:
1- Não existe homossexualidade animal, um animal não tem noção de "identidade sexual", ele segue cegamente os seus instintos. Por exemplo, um animal no cio pode tentar se relacionar com objetos quaisquer, como uma perna humana ou uma almofada, porém isso não o faz "pernassexual ou almofadassexual".
2- Os animais praticam o incesto, coprofagia (alimentar-se de fezes), canibalismo, infanticídio (matar filhotes de machos rivais) entre outras condutas que para nós humanos são imorais, pois eles não possuem a razão para distinguir o que é certo e errado. O comportamento animal nunca deve servir de parâmetro para o comportamento humano.
3- A suposta "homossexualidade animal" só aparece em machos, as fêmeas não apresentam casos de "lesbianismo", o único contato sexual delas é no período de reprodução.
4- Quando um macho monta sobre outro a intenção não é o acasalamento, e sim mostrar dominação, o macho alfa domina o macho beta. No caso dos leões na natureza podemos notar que há fêmeas por perto, ou seja, o leão não é homossexual, ele está afirmando sua dominação sobre o outro macho.
sábado, 21 de julho de 2018
BATISMO NO ESPÍRITO SANTO E EM FOGO

“....ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Mateus 3: 11).
O texto acima
fala de um batismo com o Espírito Santo e com fogo. Trata-se de uma só
experiência, pois se destina ao mesmo público (“VOS batizará). Não há divisão
de grupos (“estes e aqueles”, “nós ou vós e eles”). Além disso o artigo definido
“o” só aparece uma vez (“com O Espírito Santo e com fogo”). Esses indicativos
já deixariam tudo claro, mas, em acréscimo, observamos que a segunda aparição
do termo “com” está em itálico, indicando não fazer parte do texto original.
Assim, uma tradução literal seria “com o Espírito Santo e fogo”.
Em passagem
paralela a de Mateus, Lucas mantém o segundo “com”, mas sem o artigo (“o”) para
indicar ser uma só experiência: “... esse vos batizará com O Espírito Santo e
com fogo” (Lucas 3: 16). O termo grego traduzido por “com” pode também ser
traduzido por “em”. Os que defendem batismo por aspersão preferem traduzir por “com”,
enquanto os que batizam por imersão (batistas) traduzem por “em”. Seguindo a
tradução batista, temos “em + o (= no)” na primeira referência e “em” (sem o
artigo) na segunda. A tradução batista é a Revisada, que já foi publicada pela
JUERP. Ela traz assim: “... ele vos batizará NO Espírito Santo e EM fogo”
(Lucas 3: 16). Com isso, fica tudo muito claro: Jesus batizará no Espírito
Santo e o Espírito Santo em (forma de) fogo.
Lucas escreveu
tanto o Evangelho que leva seu nome como o livro de Atos. No livro de Atos, ele
registra o cumprimento da promessa de João Batista. No dia de Pentecoste, houve
batismo no Espírito Santo (Atos 1: 5). Para os discípulos, entenderem que se
cumpria a palavra de João Batista, antes da experiência apareceram dois sinais:
VENTO (Atos 2: 2) e FOGO (Atos 2: 3). Ora, a palavra “Espírito” na Bíblia
significa “vento”. Portanto, vento e fogo é Espírito e fogo.
Algumas
pessoas querem confundir as coisas, dizendo que Lucas foi que pensou que era
vento e fogo, pois o texto apenas diz que era “COMO vento” e “COMO QUE de fogo”.
Devemos, porém, lembrar que Lucas estava escrevendo sob a inspiração do
Espírito Santo e toda Escritura é proveitosa (II Timóteo 3: 16; Rom. 15: 4). Se
não fosse vento e fogo, mas apenas parecesse “Vento e Fogo” e Lucas dissesse
isso, deveríamos aprender do que lhe pareceu (do que ele escreveu) e não do que
não nos foi dito. No entanto, quando a Bíblia diz “Como”, diferentemente de
nosso uso, ela não está dizendo que parece, mas, sim, QUE É. Isso fica claro em
exemplos paralelos inequívocos que aparecem em II Coríntios 3: 18 e I Coríntios
3: 15.
Alguns ainda querem se perturbar com o fato de a Bíblia falar no versículo seguinte ao que menciona "batismo no Espírito Santo e fogo" do fogo de condenação e juízo (Mateus 3: 11-12). Devemos, porém, nos lembrar que Lucas e Mateus não colocaram toda a pregação de João Batista, mas fragmentos que podem ter sido ditos não em ordem imediata na expressão oral. Mateus e Lucas, por exemplo, registram partes diferentes do discurso de João Batista na mesma ocasião. Obviamente, cada escritor registrou aquilo que mais se afinava às prioridades enfáticas de suas narrativas. Em Mateus, o objetivo da seleção de fragmentos e da ordem de apresentação, é óbvio. Depois de falar aos fariseus para juízo e dizer que o seu batismo só é legítimo para os que se arrependem, os quais seriam por Jesus batizados no Espírito Santo e fogo, João diz que Jesus no final vai separar os dois grupos, havendo gozo de uns (os arrependidos, batizados no Espírito Santo e fogo) e tormento dos outros (os hipócritas). Em Lucas, a questão é outra. O evangelista narra a pergunta feita a João Batista sobre se ele era o Cristo. Lucas, então, diz que o Cristo seria aquele que batizaria seus arrependidos no Espírito Santo e fogo (Lucas 3: 16) e separaria para julgamento (Lucas 3:17). A ordem de Lucas é a de Paulo: Jesus instauraria primeira a era da graça ou do Espírito, quando batizaria no Espírito Santo e fogo, e, em dispensação posterior seria o juiz de todos (aí se fala em fogo de condenação). Ambos os evangelistas selecionaram trechos da pregação de João Batista e organizaram segundo uma ordem de ênfase doutrinária. Nenhuma das formas de organização está errada, pois ambas estão de acordo com tudo o que designara AQUELE que inspirava a pregação de João Batista: o Espírito Santo!
Apesar de falar no fogo do juízo, a Bíblia é muita clara também em falar do fogo do Espírito Santo para os crentes (Apocalipse 4: 5). Nesse caso, fogo é poder capacitador (Atos 1: 8; Atos 10: 38). Isaías se dispôs ao ministério depois de ser tocado por uma brasa viva (Isaías 6: 6-8). Moisés tornou-se um profeta libertador depois que o Senhor falou com ele na sarça ardente. A tradução literal de I Tessalonicenses 5: 19 é "Não APAGUEIS o Espírito!".
Alguns ainda querem se perturbar com o fato de a Bíblia falar no versículo seguinte ao que menciona "batismo no Espírito Santo e fogo" do fogo de condenação e juízo (Mateus 3: 11-12). Devemos, porém, nos lembrar que Lucas e Mateus não colocaram toda a pregação de João Batista, mas fragmentos que podem ter sido ditos não em ordem imediata na expressão oral. Mateus e Lucas, por exemplo, registram partes diferentes do discurso de João Batista na mesma ocasião. Obviamente, cada escritor registrou aquilo que mais se afinava às prioridades enfáticas de suas narrativas. Em Mateus, o objetivo da seleção de fragmentos e da ordem de apresentação, é óbvio. Depois de falar aos fariseus para juízo e dizer que o seu batismo só é legítimo para os que se arrependem, os quais seriam por Jesus batizados no Espírito Santo e fogo, João diz que Jesus no final vai separar os dois grupos, havendo gozo de uns (os arrependidos, batizados no Espírito Santo e fogo) e tormento dos outros (os hipócritas). Em Lucas, a questão é outra. O evangelista narra a pergunta feita a João Batista sobre se ele era o Cristo. Lucas, então, diz que o Cristo seria aquele que batizaria seus arrependidos no Espírito Santo e fogo (Lucas 3: 16) e separaria para julgamento (Lucas 3:17). A ordem de Lucas é a de Paulo: Jesus instauraria primeira a era da graça ou do Espírito, quando batizaria no Espírito Santo e fogo, e, em dispensação posterior seria o juiz de todos (aí se fala em fogo de condenação). Ambos os evangelistas selecionaram trechos da pregação de João Batista e organizaram segundo uma ordem de ênfase doutrinária. Nenhuma das formas de organização está errada, pois ambas estão de acordo com tudo o que designara AQUELE que inspirava a pregação de João Batista: o Espírito Santo!
Apesar de falar no fogo do juízo, a Bíblia é muita clara também em falar do fogo do Espírito Santo para os crentes (Apocalipse 4: 5). Nesse caso, fogo é poder capacitador (Atos 1: 8; Atos 10: 38). Isaías se dispôs ao ministério depois de ser tocado por uma brasa viva (Isaías 6: 6-8). Moisés tornou-se um profeta libertador depois que o Senhor falou com ele na sarça ardente. A tradução literal de I Tessalonicenses 5: 19 é "Não APAGUEIS o Espírito!".
Fica,
portanto, claríssimo que o batismo NO Espírito Santo e EM fogo é uma só
experiência!!!
Rev. Glauco
Barreira Magalhães Filho
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