CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE

Seja bem-vindo a "CRISTIANISMO E UNIVERSIDADE". Aqui procuraremos apresentar artigos acerca de assuntos acadêmicos relacionados aos mais diversos saberes, mantendo sempre a premissa de que a teologia é a rainha das ciências, pois trata dos fundamentos (pressupostos) de todo pensamento, bem como de seu encerramento ou coroamento final. Inspiramo-nos em John Wesley, leitor voraz de poesia e filosofia clássica, conhecedor e professor de várias línguas, escritor de livros de medicina, teólogo, filantropo, professor de Oxford e pregador fervoroso do avivamento espiritual que incendiou a Inglaterra no século XVIII.

A situação atual é avaliada dentro de seus vários aspectos modais (econômico, jurídico, político, linguístico, etc.), mas com a certeza de que esses momentos da realidade precisam encontrar um fator último e absoluto que lhes dê coerência. Esse fator último define a cosmovisão adotada. Caso não reconheçamos Deus nela, incorreremos no erro de absolutizar algum aspecto modal, que é relativo por definição.

A nossa cosmovisão não é baseada na dicotomia "forma e matéria" (pensamento greco-clássico), nem na dicotomia "natureza-graça" (catolicismo), nem na "natureza-liberdade" (humanismo), mas, sim, na tricotomia "criação-queda-redenção" (pensamento evangélico).

ESTE BLOG INICIOU EM 09 DE JANEIRO DE 2012





quarta-feira, 12 de junho de 2013

MOVIMENTO DE GÊNERO E SEXUALIDADE POLIMORFA

            O “movimento de gênero”, aglutinador do movimento feminista radical e do ativismo gay, diz que o gênero é o sexo construído culturalmente e individualmente, o que pode diferir do sexo biológico. Manifesta desprezo tanto pelo conceito de natureza humana como pelo conceito biológico de sexo. Trata o corpo como uma “coisa” exterior, não como parte integrante da pessoa. Os seus seguidores tentam manipular a realidade, criando termos (“gênero”, “homofobia”, “patriarcalismo”, “sexismo”) dos quais eles são os gerenciadores do sentido. Em contraposição ao uso impróprio do termo “gênero” nesse movimento, a “Nova Gramática da Língua Espanhola” de Carlos G. de Castro Expósito diz:

            “Gênero é uma propriedade dos nomes e dos pronomes, tem caráter inerente e produz efeitos na concordância com os determinantes, adjetivos... e não está relacionado com o sexo biológico. NÓS, AS PESSOAS, NÃO TEMOS GÊNERO, TEMOS SEXO. Por isso, a expressão ‘violência de gênero’ está incorreta porque a violência é cometida pelas pessoas e não pelas palavras”.

            Jorge Scala assevera o seguinte sobre a “ideologia de gênero”:

            “O ser humano, negada a sua natureza, fica reduzido a uma massa informe à qual deve ser atribuído um sentido. O próximo passo é despedaçá-lo, separando de forma absoluta o corpo da psique.”[1]

          O objetivo do movimento de gênero é levar a sociedade a uma sexualidade polimorfamente perversa, o que inclui também práticas aberrantes como o bestialismo. Eis o que diz o movimento:

            “Para isso é necessário eliminar a natureza. E isso se consegue eliminando o casamento e a família tradicional. Isso se consegue fazendo lésbicas, homossexuais e bissexuais desde o berço. O sexo é unicamente para o prazer. As relações sexuais devem ser polimorfas e livres. O aborto, livre também. Tudo vale neste novo mundo do gênero...”[2]

            “Kate” Bornestein é visto como um herói desse movimento, mas, na verdade, é uma figura trágica: um homem que fez com que lhe amputassem os órgãos genitais e que se veste como mulher para, em seguida, se dizer lésbica. É óbvio que tal pessoa precisa de uma terapia e não de discípulos.
            Como é possível perceber, o “casamento” gay é só o começo do que eles querem.
            É nesse mundo que você deseja criar os seus filhos?

DR. GLAUCO BARREIRA MAGALHÃES FILHO





[1] SCALA, Jorge. Ideologia de Gênero. São Paulo: Artpress, 2011, p. 50
[2] Del AMO, Magdalena. Déjame Nacer. Ed. La Regla de Oro, Madri, 2009, p. 259

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